Aonde vais? Que distancias de mim.
Um caminho longo no escuro dos corredores,
Tu podes ver? Fazes festas no funeral dos meus sentimentos, tu és uma donzela que carrega maldade, apunhalas meu peito, e apedreja-me quando o sono surge na calada da noite.
Em minha janela vejo o vento entrar, e ele carrega tua voz, que me perturba, que me faz chorar.
Tão bela vai essa noite, e não há companhia, apenas solidão e magoas, tu estás dentro de mim, mas dentro de ti não há um resto meu.
Tu chorarás quando meu corpo, transformar-se em cinzas,belas que voarão pelo silêncio da madrugada.
Tu chorarás quando souberes que ninguém te amará como eu amei-te.
Teu espírito fraquejará quando tuas lágrimas escorrerem, e pousarem nestes seus belos lábios que um dia pude tocar.
Se tu queres distanciar-te agora, vá! Leve-me como um esboço em tua memória, e tu poderás lembrar que um dia perdeste o amor mais belo, e caloroso, que nem os sonhos poderão oferecer-te!
E quando meu corpo, tornar cinzas ao vento, tu chorarás.
Nenhum comentário:
Postar um comentário