"Boemia, aqui me tens de regresso. E suplicante te peço a minha nova inscrição." Nelson Gonçalves

domingo, 18 de setembro de 2011

Dor

Aperta, e derruba, destrói até muralhas.
Tão leve, tão pequena, só que pesa no peito.
Se você pudesse ler meus lábios, meu olhar
Veria algo tão escuro agora, tão vazio e frio,
A noite irá esperar mais um homem, a caminho
Do inferno.
Gritos, Gritos que sempre ecoarão em toda cidade,
Em todos cemitérios.
Remorso e raiva, minhas lágrimas se tornam sangue
Gotas de sangue, que escorrem, a caminho de um peito ferido

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