Madeleine era jovem e bela, e tinha os seios fardos e o rabo arrebitado.
Ela era pura e cristã e no leito todas as noites ela orava a Deus.
Mas a quem pretendia enganar, se não os sonhos meus?
Madeleine ao despir-se para banhar-se, sabia que ao diabo havia se entregado.
No leito mais aquecido da cidade, ao lado de teu marido, ela mentia.
E incansável mente, o velho marido porco nela batia.
Certa noite Madeleine foge para a cidade grande, em busca de aventura.
Mas o destino novamente lhe pagara com tamanha desventura.
Ela já não era mais virgem, e muito menos pura.
Mesmo com teus mimosos seios e palavras de ternura.
Então ela conheceu Johan, um poeta ébrio que nas noites entregava-se a orgias e bebedeiras.
E ao ver aqueles rosados mamilos, então ele quis os fazer de mamadeiras.
Com o membro rijo na face daquela dama, ele deu um mijo!
Ela se assustara, e se entregara aos prazeres de satã.
A glande dele, de excitação ficara vermelha como uma maçã.
Agora Madeleine encontrava-se acorrentada, não só aos pecados da carne, mas algemada em teu leito.
Johan passava teu membro, naquele peito.
Gritos ecoavam-se pelo aposento, e Madeleine chifrava teu marido rabugento!
Johan deslizava a língua separando aqueles lábios sedosos, bem no sul do corpo de Madeleine, e ela apenas gritava e pedia por mais.
De tanto pedir mais, Johan sugou o licor daqueles lábios vaginais.
Madeleine ainda continuara amarrada, mas desta vez de quatro.
Então ele disse, gozarás, e eu libertar-te-ei, este é o trato!
Palavras imundas e sacanas ecoavam-se por aqueles corredores.
Velho e doente de desgosto, o marido de Madeleine morria de desgosto!
Enquanto ela entrelaçava tua cintura por volta do corpo de Johan o sadista
Ela implorava por um ato masoquista.
Totalmente desnuda de tuas vestes, Madeleine cavalgava como uma ninfa silvestre!
E a cada penetração, idéias sádicas aconteciam então.
Amarrada, penetrada por um membro enrijecido de tesão, e desta vez perfurada.
Agulhas penetravam naquela fina pele feminina. Agora Johan a fazia de menina.
Depois de gritos, e posições imagináveis, novamente o licor escorre daqueles lábios perdidos no sul daquele corpo infernal.
Descobriram então que cometeram incesto bem no meio do sexo anal.
Pois ambos eram filhos de Deus. Mas a quem temer se não os pensamentos meus?
Devassos e sedentos pecavam banhando-se na luxuria mais pecaminosa.
Se não, seria no ar de Madeleine a maldosa.
Então por um momento Johan grita, espirrando esperma na cara da futura bela adormecida.
Sem sentimento ou pudor, treparam a noite inteira. E terminaram este requintar de gozo em uma mortal bebedeira!
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