Atormenta minh'alma e tira-me o sono.
O que fizeste é o que me mata.
Agora em pranto eu grito teu nome.
O que fizeste é o que me mata.
Seria delírio?
Em minha mente já se revela milhares de pensamentos ruins.
Mas o que fizeste é o que me mata.
Se errei, se pequei perdoe-me.
Mas o que fizeste é o que me mata.
Tuas atitudes, tuas palavras, teus jogos.
Aos poucos matam-me e fazem-me sangrar.
O que tu dirias se fosse ao contrário?
Eu caio e entrego-me em teu jogo.
Como rainha tu me devoras.
Como torre, desabo em pedaços.
E neste jogo trocamos farpas.
Mas o que posso fazer, se tu queres assim?
Entreguei-me de corpo e alma.
E amei-te como ninguém.
Como podes dizer que encontraria alguém melhor?
Sentes prazer em magoar-me?
Diga-me.
Pois tuas palavras atormentam-me.
Meu tormento é este.
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